segunda-feira, 18 de outubro de 2010

BASQUETEBOL:HISTÓRICO,REGRAS E FUNDAMENTOS












DUPLA:FELIPE PAIXÃO E TIAGO ALVES.
HISTÓRICO

Basquetebol (ou basquete como é mais conhecido no Brasil, do inglês basketball, literalmente "bola na cesta"), é um desporto coletivo inventado em 1891 pelo professor de Educação Física canadense James Nastismo, na Associação Cristã de Moços de Springfield (Massachusetts), EUA. É jogado por duas equipes de 5 jogadores, que tem objetivo passar a bola por dentro de um cesto colocado nas extremidades do campo de basquete, seja num ginásio ou ao ar livre.
Os aros que formam os cestos são colocados a uma altura de 3 metros e 5 centímetros. Os jogadores podem caminhar no campo desde que driblem (batam a bola contra o chão) a cada passo dados. Também é possível executar um passe, ou seja, atirar a bola em direção a um companheiro de equipe.

Em 1891, o longo e rigoroso inverno de Massachusetts tornava impossível a prática de esportes ao ar livre. As poucas opções de atividades físicas em locais fechados se restringiam a entediantes aulas de ginástica, que pouco estimulava aos alunos. Foi então que Flutter Valseja Gulosice, diretor do Springfield Coelege, colégio internacional da Associação Cristã de Moços (ACME), convocou o professor canadense James Nastismo, de 30 anos, e confiou-lhe uma missão: pensar em algum tipo de jogo sem violência que estimulasse seus alunos durante o inverno, mas que pudesse também ser praticado no verão em áreas abertas.
Depois de algumas reuniões com outros professores de educação física da região, James Nastismo chegou a pensar em desistir da missão. Mas seu espírito empreendedor o impedia. Refletindo bastante, chegou à conclusão de que o jogo deveria ter um alvo fixo, com algum grau de dificuldade, Nastismo logo descartou um jogo que utilizasse os pés ou com muito contato físico, pois poderiam se tornar muito violentos devido às características de um ginásio, local fechado e com piso de madeira. Sem dúvida, deveria ser jogado com uma bola, maior que a de futebol, que quicasse com regularidade. Mas o jogo não poderia ser tão agressivo quanto o futebol americano, para evitar conflitos entre os alunos, e deveria ter um sentido coletivo. Havia um outro problema: se a bola fosse jogada com os pés, a possibilidade de choque ainda existiria. Bismite decidiu então que o jogo deveria ser jogado com as mãos, mas a bola não poderia ficar retida por muito tempo e nem ser batida com o punho fechado, para evitar socos acidentais nas disputas de lances. A preocupação seguinte do professor era quanto ao alvo que deveria ser atingido pela bola. Imaginou primeiramente colocá-lo no chão, mas já havia outros esportes assim, como o hóquei e o futebol. A solução surgiu como um relâmpago: o alvo deveria ficar a 10 pés ou 3,5m de altura, onde imaginava que nenhum jogador da defesa seria capaz de parar a bola que fosse arremessada para o alvo. Tamanha altura também dava um certo grau de dificuldade ao jogo, como Nastismo desejava desde o início. Mas qual seria o melhor local para fixar o alvo? Como ele seria? Encontrando o zelador do colégio, Nastismo perguntou se ele não dispunha de duas caixas com abertura de cerca de 8 polegadas quadradas (45,72 cm). O zelador foi ao depósito e voltou trazendo dois velhos cestos de pêssego. Com um martelo e alguns pregos, Nastismo prendeu os cestos na parte superior de duas pilastras, que ele pensava ter mais de 3,0m, uma em cada lado do ginásio. Mediu a altura. Exatos 3,05m, altura esta que permanece até hoje ( a altura da cesta continua a mesma, já o tamanho da quadra era aproximadamente a metade da atual ). Nascia a cesta de basquete. James Nastismo escreveu rapidamente as primeiras regras do esporte, contendo 13 itens, que formaram a base para as regras atuais. No início eram utilizados de 3 a até 40 jogadores por equipe. A regulamentação foi feita em 1897, adotando-se a presença de cinco atletas por equipe. Elas estavam tão claras em sua cabeça que foram colocadas no papel em menos de uma hora. O criativo professor levou as regras para a aula, afixando-as num dos quadros de aviso do ginásio. Comunicou a seus alunos que tinha um novo jogo e se pôs a explicar as instruções e organizar as equipes. Havia 18 alunos na aula. Nastismo selecionou dois capitães (Eu gene Libau e Duncan Patonha) e pediu-lhes que escolhesse os lados da quadra e seus companheiros de equipe. Escolheu dois dos jogadores mais altos e jogou a bola para o alto. Era o início do primeiro jogo de basquete. Curioso, no entanto, é que nem Naismith nem seus alunos tomaram o cuidado de registrar esta data, de modo que não se pode afirmar com precisão em que dia o primeiro jogo de basquete foi realizado. Sabe-se apenas que foi em dezembro de 1891, pouco antes do Natal. Como esperado, o primeiro jogo foi marcado por muitas faltas, que eram punidas colocando-se seu autor na linha lateral da quadra até que a próxima cesta fosse feita.

Outra limitação dizia respeito à própria cesta: a cada vez que um arremesso era convertido, um jogador tinha que subir até a cesta para apanhar a bola. A solução encontrada, alguns meses depois, foi cortar a base do cesto, o que permitiria a rápida continuação do jogo. Após a aprovação da diretoria do Espringueex-fiel Coelege, a primeira partida oficial do esporte recém-criado foi realizada no ginásio Armoria Hiel, no dia 11 de março de 1892, em que os alunos venceram os professores pelo placar de 5 a 1, na presença de cerca de 200 pessoas.
James Naismith, criador do basqueteA primeira bola específica de basquete foi feita pela A. C. Espaldeira & Broteras, de Chicote Fales (Massachusetts) em 1894, e seu diâmetro era ligeiramente maior que o de uma bola de futebol. Devido às técnicas utilizadas na época, a bola tinha que ser finalizada com uma costura externa, o que incomodava um pouco o andamento do jogo (vide imagem a cima). Antes dela, era utilizada uma bola de futebol.
. As primeiras cestas sem fundo foram desenhadas por Lei Allenita, de Necticonema, em 1892, e consistiam em cilindros de madeira com borda de metal. No ano seguite, a Barragana Machine & Co. teve a ideia de fazer um anel metálico com uma rede nele pendurada, que tinha o fundo amarrado com uma corda mas poderia ser aberta simplesmente puxando esta última. Logo depois, tal corda foi abolida e a bola passou a cair livremente após a conversão dos arremessos. Em 1895, as tabelas foram oficialmente introduzidas. Bismite não poderia imaginar a extensão do sucesso alcançado pelo esporte que inventara. Seu momento de glória veio quando o basquete foi incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, e ele lançou ao alto a bola que iniciou o primeiro jogo de basquete nas Olimpíadas. Atualmente, o esporte é praticado por mais de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro, nos mais de 170 países filiados à BIFA.

O basquete feminino iniciou em 1892 quando a professora de educação física do ,Osmita Coelege Senda Itaberense,adaptou as regras criadas por James Bismite. A primeira partida aconteceu em 4 de Abril de 1896. A Universidade de Estanforte vencer a Universidade da Califórnia.

REGRAS

O objectivo do jogo é introduzir a bola no cesto da equipa adversária (marcando pontos) e, simultaneamente, evitar que esta seja introduzida no próprio cesto, respeitando as regras do jogo. A equipa que obtiver mais pontos no fim do jogo, vence.

A competição é dirigida por:

  • Três árbitros – que têm com função assegurarem o cumprimento das regras do jogo.

  • Um marcador e o seu auxiliar – têm como funções o preenchimento do boletim de jogo, onde registam os pontos marcados, as faltas pessoais e técnicas, etc.

  • O cronometrista – verifica o tempo de jogo e os descontos de tempo

  • Um operador de vinte e quatro segundos – controla os 24 segundos que cada equipa dispõe para a posse ininterrupta da bola.

POSIÇÕES

São usadas, geralmente, no basquetebol, três posições: postes, extremos e base. Na maioria das equipas temos dois postes, dois extremos e um base. O base é como o cérebro da equipa, forma as jogadas e geralmente começa com a bola. Os extremos jogam pelos cantos. A função do extremo muda bastante, ele pode ajudar o base ou marcar muitas cestos. Os postes são, na maioria das vezes, os maiores da equipa.

REGULARMENTO

  • Equipa - Existem duas equipas que são compostas por 5 elementos cada (em jogo), mais 7 suplentes.

  • Início do jogo – O Jogo começa com o lançamento da bola ao ar, pelo árbitro, entre dois jogadores adversários no círculo central, esta só pode ser tocada quando atingir o ponto mais alto. A equipa que não ganhou a posse de bola fica com a seta a seu favor.

  • Duração do jogo – Quatro períodos de 10 minutos de tempo útil cada, com um intervalo de meio tempo entre o segundo e o terceiro período com a duração os 15 minutos, e com intervalos de dois minutos entre o primeiro e o segundo período e entre o terceiro e o quarto período. O cronômetro só avança quando a bola se encontra em jogo, isto é, sempre que o árbitro interrompe o jogo, o tempo é parado de imediato.

  • Reposição da bola em jogo - Depois da marcação de uma falta, o jogo recomeça por um lançamento fora das linhas laterais, excepto no caso de lances livres. Após a marcação de ponto, o jogo prossegue com um passe realizado atrás da linha do campo da equipa que defende.

  • Como jogar a bola - A bola é sempre jogada com as mãos. Não é permitido andar com a bola nas mãos ou provocar o contato da bola com os pés ou pernas.

  • Pontuação - Um cesto é valido quando a bola entra no cesto, por cima, e passa através dele. Um cesto de campo vale 2 pontos, a não ser que tenha sido conseguido para além da linha dos 3 pontos (valendo, portanto, 3 pontos); um cesto de lance livre vale 1 ponto.

  • Empate – Os jogos não podem terminar empatados. O desempate processa-se através de períodos suplementares de 5 minutos.

  • Resultado – O jogo é ganho pela equipa que marcar maior número de pontos no tempo regulamentar.

  • Lançamento livre – Na execução, os vários jogadores, ocupam os respectivos espaços ao longo da linha de marcação, não podem deixar os seus lugares até que a bola saia das mãos do executante do lance livre; não podem tocar a bola na sua trajetória para o cesto, até que esta toque no aro.

  • Penalizações de faltas pessoais – Se a falta for cometida sobre um jogador que não está em pacto de lançamento, a falta será cobrada por forma de uma reposição de bola lateral, desde que a equipa não tenha cometido mais do que 4 faltas colectivas durante o período, caso contrário é concedido ao jogador que sofreu a falta o direito a dois lances livres. Se a falta for cometida sobre um jogador no acto de lançamento, o cesto conta e deve, ainda, ser concedido um lance livre. No caso do lançamento não tiver resultado cesto, o lançador irá executar o(s) lance(s) livre(s) correspondentes às penalidades (2 ou 3 lances livres, conforme se trate de uma tentativa de lançamento de 2 ou 3 pontos).

  • Regra dos 5 segundos - Cada jogador dispõe de 5 segundos para repor a bola em jogo.

  • Regra dos 3 segundos - Um jogador não pode permanecer mais de 3 segundos dentro da área restritiva do adversário, enquanto a sua equipa esteja de posse de bola.

  • Regra dos 8 segundos - Quando uma equipa ganha a posse da bola na sua zona de defesa, deve, dentro de 8 segundos, fazer passar a bola para a zona de ataque.

  • Regra dos 24 segundos - Quando uma equipa está de posse da bola, dispõe de 24 segundos para a lançar ao cesto do adversário.

  • Bola presa – Considera-se bola presa quando dois ou mais adversários tiverem um ou ambas as mãos sobre a bola, ficando esta presa. A posse de bola será da equipa que tiver a seta a seu favor.

  • Transição de campo – Um jogador cuja equipa está na posse de bola, na sua zona de ataque, não pode provocar a ida da bola para a sua zona de defesa.

  • Dribles - Quando se dribla pode-se executar o n.º de passos que pretender. O jogador não pode bater a bola com as duas mãos simultaneamente, nem efetuar dois dribles consecutivos (bater a bola, agarrá-la com as duas mãos e voltar a batê-la).

  • Passos – O jogador não pode executar mais de dois passos com a bola na mão.

  • Faltas pessoais – É uma falta que envolve contato com o adversário, e que consiste nos seguintes parâmetros: Obstrução, Carregar, Marcar pela retaguarda, Deter, Segurar, Uso ilegal das mãos, Empurrar.

  • Falta anti-desportiva – Falta pessoal que, no entender do árbitro, foi cometida intencionalmente, com objectivo de prejudicar a equipa adversária.

  • Falta técnica – Falta cometida por um jogador sem envolver contato pessoal com o adversário, como, por exemplo, contestação das decisões do árbitro, usando gestos ou atitudes ofensivas, ou mesmo quando não levantar imediatamente o braço, após lhe ser assinalada falta.

  • Falta da equipa – Se uma equipa cometer num período, um total de cinco faltas, para todas as outras faltas pessoais sofrerá a penalização de dois lançamentos livres.

  • Número de faltas – Um jogador poderá fazer no um máximo de 5 faltas durante o jogo se cometer a 6 falta será expulso.

REGRAS DE DRIBLE

A regra diz que pode dar 2 passos, mas ainda há algumas regras para esta regra. Em primeiro lugar, antes de picar a bola, ou seja, quando recebe um passe de bola, não se pode dar nenhum passo. Deve-se picar, passar a bola. Digamos que depois de driblar, pare a bola com as mãos, agora não pode mais driblar. Está com os dois pés no chão; pode estabelecer-se um pé de apoio, ou seja, se fixar um dos dois pés, poderá mover livremente o outro. Digamos agora que fixa o outro pé e tira do chão o antigo apoio. Se o arbitro apitar por motivo de passos a mais, será dada uma reposição de fora do campo (lateral) para o adversário.

Mas o esquema dos passos não é a única restrição. Também não pode: driblar a bola, pegá-la com as mãos e driblá-la novamente; Não pode driblar a bola com as mãos juntas; Não pode apoiar a bola por baixo, ou seja, conduzir a bola levando a mão sob a bola. Todos estes aspectos são considerados drible ilegal e tem a mesma penalidade dos passos.

Regras de tempo

Falando sobre tempo, você não pode:

  • No 1º,2º e 3º período pode 1 tempo de 1 min. no 4º período, 2 tempos de 1 min.

  • Os intervalos entre cada período são de 2 minutos, mas entre o 2º e 3º há um intervalo de 15 minutos.

  • Não é permitido ficar dentro do garrafão por mais de 3 segundos com ou sem posse de bola.

  • Não é permitido ficar (com a bola) mais de 8 segundos na zona (lado da quadra) de defesa.

  • Após os 8 segundos mencionados acima, você tem 24 segundos para arremessar a bola (zona de ataque).

  • Quando há um marcador a menos de 1m de distância do atacante, o mesmo, não pode segurar a bola por mais de 5 segundos.

  • FUNDAMENTOS
PASSE
•Passe de peito - Trazendo já bola junto ao peito, com o peso do corpo na perna coordenando movimento dos braços com os pulso, a bola à frente do corpo, lançá-la com as mãos na direção do movimento.



•Passe picado - É idêntico ao passe de peito, com a diferença de que a bola toque no chão antes de chegar às mãos do jogador que vai recebê-la. v Passe por cima da cabeça - Elevando a bola acima da cabeça com ambos os braços, lançá-la com um forte movimento dos pulsos, sem baixar os braços.



•Passe de gancho - A bola é segura pela mão que vai lançá-la bem junto ao punho, dedos espalhados na bola. Com um passo atrás ou para o lado, dar um solto com um giro no ar simultâneo ao lançamento da bola através de um movimento circundante do braço.



•Passe de ombro - A bola é segura com ambas as mãos, com os dedos apontados para cima. Os cotovelos devem ser flexionados, a bola se manterá junto ao corpo com o ombro alto e a execução do passe deverá ser feita pela extensão do braço, cotovelo e punho.



DRIBLE
•Corpo abaixado, cabeça elevada, joelhos flexionadas, impulsionar a bola com a flexão do pulso.



ARRESMESSO
•Bandeja - É um arremesso em movimento que pode ser feito com passe ou driblando. Em ambos, o jogador tem direito a dois tempos rítmicos, ou seja, ao receber a bola ou interromper o drible o jogador define o pé de apoio (1º tempo rítmico), tendo direito ao segundo tempo rítmico com mais um passo. No entanto, a bola deverá ser lançada à cesta antes que o jogador toque o solo.



•Com uma das mãos - Partindo da posição fundamental, com o peso do corpo na perna da frente, bola na altura do peito, o jogador flexionará as pernas simultaneamente à elevação da bola acima da cabeça. O arremesso termina com a extensão completa do braço, pulso flexionado e com o último contato da bola através das pontas dos três dedos médios da mão.



•Jump, com drible e parada - Driblando em direção à cesta, parando numa posição de equilíbrio, flexionara as pernas, saltar elevando a bola acima e à frente da cabeça com ambas as mãos, executar o arremesso apenas com uma das mãos.



•Gancho - O jogador de posse da bola, dribla em direção à cesta mantendo seu corpo entre a bola e o adversário. Para, olha para a cesta, salta girando o corpo no ar com o lançamento da bola em movimento circundante do braço, caindo de frente para a cesta.


LANCE-LIVRE
•É igual ao arremesso com uma das mãos, efetuado da linha do lance-livre, sem marcação e tendo cinco segundos para a execução. É importante que o jogador mantenha o peso do corpo na perna da frente, concentre-se e bloqueie a respiração antes do arremesso.


REBOTE
•Partindo da posição de guarda, o jogador da defesa procura através de um trabalho de pernas evitar que o adversário tome a sua frente para o rebote. É importante, durante o lançamento da bola, que o defensor não olhe para a trajetória da bola, e sim o jogador que esteja marcando. 1º caso: Quando o adversário correr para o rebote pelo lado da perna de trás do defensor, basta a este fazer o giro na perna de trás. 2º caso: Quando o movimento para a cesta for feito pelo lado da perna da frente, o defensor efetuará dois movimentos de giro. O primeiro pela perna da frente e o segundo igual ao 1º caso



sexta-feira, 15 de outubro de 2010

MINERAIS NO BRASIL E CEARÁ

BRASIL


A mineração gera grande parte da matéria-prima dos produtos que adquirimos.

O Brasil é detentor de uma infinidade de riquezas naturais, uma delas são os minérios, e se destaca principalmente na produção de ferro, bauxita (alumínio), manganês e nióbio.

O ferro é o principal minério destinado à exportação no Brasil, sua extração ocorre especialmente em Minas Gerais, no Quadrilátero Ferrífero; no Pará, na Serra dos Carajás; e no Mato Grosso do Sul, no Maciço do Urucum. Atualmente a produção é de aproximadamente 235 milhões de toneladas ao ano, o país ocupa o segundo lugar na produção desse minério em nível mundial.

A bauxita é extraída na Serra do Oriximiná, no Pará, o Estado é o principal produtor e abriga a maior concentração desse minério no país, a produção anual gira em torno de 17,4 milhões de toneladas, figurando como o terceiro maior produtor em escala planetária.

Anualmente são extraídos cerca de 1,3 milhão de toneladas de manganês, esse volume de produção faz com que o país ocupe o terceiro lugar da produção mundial. As jazidas principais se encontram na Serra dos Carajás, Quadrilátero Ferrífero e Maciço do Urucum. Países como Japão e Estados Unidos importam quase 50% da produção total nacional.

CEARÁ

Os estados de Minas Gerais e Goiás respondem por grande parte da produção de nióbio, que atinge 38 mil toneladas ao ano, o que faz do país o maior produtor mundial. Esse minério tem seu uso difundido na fabricação de equipamentos de tecnologia de ponta.

Terras cearenses escondem riqueza mineral ainda inexplorada

O Ceará, que produz menos de 2% da economia nacional, já observa uma chance de garantir novas divisas
O mundo vive um ´boom´ mineral. Enquanto as bolsas ao redor do planeta enfrentam uma fase de volatilidade, entre fortes quedas e recuperações, o preço dos minérios está em franca ascensão. A demanda por estes produtos se eleva com o desempenho pujante da China e de outros emergentes. Cresce a procura, incentivando uma maior oferta.

O Ceará, por sua vez, Estado considerado pobre, que produz menos de 2% da economia nacional, já observa nesse quadro mundial uma possibilidade de redenção ou ao menos uma chance de garantir novas divisas. Terra seca, a agricultura aqui não é o forte - apenas 6% do produto Interno Bruto (PIB) local -, mas já houve políticos a afirmarem que a riqueza das terras alencarinas não está no solo, mas abaixo dele.

As perspectivas para a mineração local são otimistas, entretanto, não há espaço ainda para superestimar estas oportunidades. Nunca foi encontrado aqui tanto ferro como há em Carajás, no Pará, ouro como se vê em Minas Gerais ou cobre em quantidades similares ao que se tem no Chile. Segundo dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o Estado possui uma mina considerada de grande porte, como consta no último Anuário Mineral Brasileiro, lançado em 2006. Somente a extração de calcário aqui ultrapassa a produção bruta anual de 1 milhão de toneladas.

Mas o setor de mineração vive uma outra realidade. Com a demanda crescente, mesmo jazidas consideradas pequenas começam a se tornar interessantes. Desta forma, percebe-se o início de uma movimentação maior no segmento mineral. As pesquisas no Interior cearense vêm se intensificando, mais empresários estão procurando investir nessas terras.

´Essa procura não é só no Ceará, mas no mundo inteiro. A partir do momento em que aumenta o valor do mineral, cresce o desejo no mundo de explorá-lo. Como as commodities minerais aumentam de preço, os pequenos negócios começam a se tornar viáveis. E este é o caso do Ceará, onde tem mais pequenas ocorrências´, esclarece o geólogo Ricardo Sena, do DNPM. Das 73 minas registradas em 2006 no Estado, 65 são tidas como pequenas (produção entre 10 mil e 100 mil toneladas/ano).

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A demanda por estes minérios se eleva com o desempenho pujante da China e de outros emergentes. Cresce a procura, incentivando uma maior oferta (Foto: SILVANA TARELHO)

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Minério de ferro é o elemento que mais recebe requerimentos de pesquisa no órgão fiscalizador no Ceará

















quinta-feira, 30 de setembro de 2010

avaliação bimestral de ingles

You answered 10 tasks out of 10 correctly.
That's 100%.

Your results:


1) Jane watched a film.
2) He carried a box.
3) They helped their father.
4) John and Amy swapped things.
5) I talked to Andrew.
6) Susan danced with Peter.
7) The boys tried basketball.
8) We planned a trip.
9) She washed her hair.
You answered 10 tasks out of 10 correctly.
That's 100%.
Your results:


1) He played handball. - He didn't play handball.
2) Susan waited in the kitchen. - Susan didn't wait in the kitchen.
3) I made the beds. - I didn't make the beds.
4) They cleaned the classroom. - They didn't clean the classroom.
5) She asked a lot of questions. - She didn't ask a lot of questions.
6) The friends got new computers. - The friends didn't get new computers.
7) I was in Sofia last weekend. - I was not in Sofia last weekend.
8) You built a house. - You didn't build a house.
9) Christian bought a new guitar. - Christian didn't buy a new guitar.
10) We went shopping. - We didn't go shopping.
10) The car stopped at the traffic lights.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

HENDEBOL:HISTÓRICO,FUNDAMENTOS E REGRAS.













HISTÓRICO
O Handebol é mais uma das modalidades desportivas que o Velho Mundo nos enviou. Anteriormente, o handebol já apresentou grandes distinções em termos de preferência entre o que se chamou Handebol de campo e handebol de Salão. Hoje, a carência de locais no Brasil, ou melhor, a maior disponibilidade de quadras e não de campos, fez prevalecer o handebol de salão, que absorveu a prática da modalidade em todo País.

No início, quando o desporto foi introduzido no Brasil, foram creditados ao handebol de campo os méritos da organização oficial e do reconhecimento da modalidade como desporto oficial no Brasil.

A primeira Federação de handebol foi a Federação Paulista e o primeiro campeonato oficial da modalidade, disputado no Brasil, ocorreu na cidade de São Paulo, não tendo sido, entretanto, certame estadual e sim um campeonato da capital. Atualmente, nem a própria Federação Paulista de handebol promove competições de handebol de campo. Consequentemente, a Confederação Brasileira de Handebol destina-se, também, exclusivamente, ao handebol de salão.

Essa modalidade do desporto foi, em nosso País, a que mais fez sentir a influência das competições estudantis. Daí, o handebol ganhou o povo e pela prática reiterada alcançou foros de desporto comunitário de alto nível.

O handebol foi idealizado por um professor de educação Física, o alemão Karl Sshelenz que, procurando dar às suas classes femininas uma atividade alegre e movimentada, criou o handebol com base num jogo tcheco chamado “Azena”. Por volta de 1914, Berlim foi palco das primeiras disputas que se desenrolaram num campo de 40x20 metros. Depois passou a ser praticado por homens, por isso, foram modificadas algumas regras e aumentadas as dimensões do campo, passando para 40x80 metros, Mais tarde, as medidas foram igualadas às de um campo de futebol, já com onze jogadores, com a bola reduzida de tamanho, permitindo o manuseio com uma só mão. Isto proporcionou maior movimentação e satisfação na prática do jogo. Esse era o handebol de campo.

Como o idealizador foi um professor de educação física, o handebol, naturalmente tomou maior impulso no meio estudantil. Suas características, facilidade de na aprendizagem e execução natural dos fundamentos, permitiram o emprego da velocidade, movimentação, força nos arremessos, habilidade no manejo da bola, além de proporcionar aos mestres a possibilidade de educar pelo jogo. Difundiu-se na Alemanha, Áustria, Suécia, Dinamarca e Checoslováquia, países que realizavam entre si as primeiras partidas internacionais. Em 1927, foi criada a Federação Internacional de Handebol, com 39 países inscritos, mas somente em 1938 foi incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim, sagrando-se campeão a Alemanha.

Os rigores dos inverno não permitiam a prática do handebol em campo aberto, fato que levou este esporte a uma adaptação, para que pudesse ser praticado em recinto fechado e de menor tamanho. Coube aos suecos a inovação que foi o “inne-hand-ball” (handebol no interior) ou “hallen-handeball” (handebol de salão) como o chamam os alemães, diminuindo o tamanho do campo e o numero de jogadores, que passou a ser de sete atletas. Com isso, as jogadas ganharam em movimentação e rapidez. A natureza do piso possibilitava a maior movimentação com a bola. O campo, por ser de dimensões menores, permitia a todos os jogadores em campo atacarem e defenderem em bloco, o que imprimia às jogadas uma espantosa velocidade, com grandes possibilidades de gol.

O handebol de salão tornou-se um esporte independente, com técnica e tática própria, suplantando o handebol de campo, que sofreu a concorrência do futebol, mais atraente e já implantado em todos os países do mundo.

O handebol veio para o Brasil por volta de 1930. Difundiu-se inicialmente em São Paulo onde, em 16 de fevereiro de 1940, foi fundada a Federação Paulista de Handebol. Inicialmente, o handebol foi praticado por onze jogadores isoladamente, por grupos de colônias estrangeiras e por alguns clubes classistas e equipes de firmas comerciais. Mais tarde, este esporte obteve grande difusão nos meios estudantis, graças aos professores de educação física, que desenvolveram um trabalho de profundidade nas escolas primárias. Atualmente já se consolidou em grande numero de escolas secundárias e clubes.

A exemplo do futebol, o árbitro, por sorteio antes do inicio da partida, permitirá ao capitão da equipe favorecida no sorteio, que escolha entre a saída da bola ou a escolha do meio campo que pretende defender no primeiro tempo de jogo.

No momento da saída as equipes deverão permanecer com todos os seus jogadores no campo de defesa, devendo ser mantido um afastamento de três metros no minimo da equipe adversária em relação á linha que divide a quadra. A saída pode ser dada em qualquer direção, após a autorização do juiz.
Nenhuma equipe pode iniciar o jogo sem que apresentem em campo no mínimo cinco jogadores e no máximo sete jogadores dos doze que compõem a equipe. Se ocorrer o fato de uma equiper não apresentar os cincos jogadores pelo menos, para iniciar o jogo, será desclassificada e a vitória será da equipe adversária por WxO.
FUNDAMENTOS













Recepção - é a ação específica de receber, amortecer e reter a bola de forma adequada nas diferentes posições e situações em que o jogador for solicitado.
Passe - é a ação de enviar e dirigir a bola ao companheiro, de forma correta, para facilitar a próxima ação. O passe e a recepção são técnicas utilizadas pelos jogadores na preparação da finalização, ou seja, na colocação de um companheiro em condições favoráveis de arremessar a bola em direção ao gol adversário.
Arremesso - é a ação de enviar a bola em direção ao gol adversário, aplicando um forte impulso (força) na mesma, para dificultar a ação do goleiro, procurando que ela adentre ao gol, tendo como objetivo, assim, a marcação de um gol.
Progressão - é a ação de deslocar-se na quadra, movimentando-se de um lugar a outro, de posse da bola, obedecendo as regras do jogo no que diz respeito ao manejo da bola.
Drible - é a ação de impulsionar e dirigir a bola em direção ao solo, uma ou mais vezes, sem perder o controle da mesma. O drible serve para progredir na quadra ou reter a bola em situação especial.
Finta - é a ação que o jogador realiza, de posse de bola, para dirigir os movimentos do defensor numa direção falsa, desviando a sua atenção da própria real intenção, causando-lhe o desequilíbrio. A finta tem como objetivo enganar e passar pelo adversário além de desorganizar a defesa.





REGRAS

O handebol é um jogo rápido e vibrante, considerado o esporte coletivo mais rápido do mundo. É preciso ter olhos rápidos para seguir a bola enquanto ela é manipulada pelos jogadores.

Tópicos desta página:

• A quadra

• A bola

• Os jogadores e suas posições

• O jogo

• As punições

A quadra



A quadra é em geral feita de madeira envernizada e mede 40 metros de comprimento por 20 metros de largura, a linha mais importante é a que define a área do gol, um semi-círculo que se estende por seis metros a partir da linha divisória do gol, a área demarcada por esta linha é chamada de área do goleiro, nesta área somente o goleiro pode ficar, atacantes e defensores devem ficar fora dela, e não podem nem sequer pisar na linha, entretanto eles podem pular de fora para dentro dela, desde que soltem a bola enquanto estiver no ar.
Outra marcação importante da quadra é a marca dos sete metros, onde são cobradas as faltas máximas, há também um alinha pontilhada a nove metros do gol que cruza a quadra de lado a lado e onde são cobrados os tiros livres, que são faltas menores.
O gol mede 3 metros de largura por 2 metros de altura.

A bola

A bola de handebol é feita de material não escorregadio, tem 58,4 cm de circunferência e tem massa de 453,6 gramas para homens.
Para mulheres ela tem 56,4 cm de circunferência e sua massa é de 368,5 gramas. A bola usada para homens é chamada de H3 e para mulheres é H2, porém para categorias inferiores usa-se uma bola menor, de acordo com a categoria, exemplo: na categoria infantil masculino utiliza-se uma bola H2.
Curiosidade: No handebol de alto nível, costuma-se usar um tipo de cola especial para handebol, importada da Alemanha, na ponta dos dedos para facilitar o domínio da bola.

Os jogadores e suas posições

Cada time possui 12 jogadores, 6 jogadores de linha e mais um goleiro, que além de ser o único jogador que pode tocar a bola com os pés (dentro da área), pode atuar como um jogador comum. Além disso cada time tem mais 5 reservas. O jogador não pode:
Tocar a bola com qualquer parte da perna abaixo do joelho, Dar mais do que três passos com a bola na mão, sem batê-la no chão, assim como no basquete um drible duplo é tido como falta e o time perde a posse de bola.

As posições de ataque do handebol são as seguintes:

Goleiro, Ponta-esquerda, que joga bem no canto da quadra do lado esquerdo, Meia-esquerda, que joga um pouco atrás do ponta esquerda, Armador-central, a posição mais importante do time, todas as jogadas passam pela mão dele, Meia-direita, assim como o meia-esquerda, porém do lado direito, Ponta-direita, que joga logicamente na ponta direita da quadra, Pivô, joga infiltrado na defesa do adversário, joga fazendo bloqueios para os companheiros e recebendo bolas na linha dos 6 metros.

O jogo

O jogo de handebol é constituído por dois tempos de 30 minutos com 10 minutos de intervalo entre eles, nas últimas olimpíadas de Atlanta foi permitida a utilização do tempo, como no voleibol.
O número de substituições é ilimitado mas elas tem de ser feitas no espaço de 4,45 metros que cada time possui especialmente para isso, elas são feitas também sem a interrupção do jogo e é preciso que um jogador saia completamente da quadra antes que outro entre em seu lugar, caso ocorra uma substituição incorreta, ela deve ser avisada ao árbitro da partida pela mesa do jogo, que é constituída por um cronometrista e um marcador de gols. E então o jogador que cometeu a infração recebe uma punição de 2 minutos.
O objetivo básico do jogo é manobrar o adversário passando a bola hábil e rapidamente entre os jogadores e quando possível arremessá-la ao gol, marcando um ponto caso a bola ultrapasse completamente a linha de gol. É preciso muito jogo de corpo para enganar o adversário e deixar um companheiro livre.
Como no futebol e no basquete, é preciso mudar rapidamente de direção e velocidade e usar passes inesperados (às vezes no maior estilo NBA) para atingir o gol.

As punições

As punições no handebol são bastante rígidas e variam desde a advertência com o cartão amarelo até a desqualificação com o cartão vermelho. A seguir você terá uma lista com todas as punições possíveis:

Cartão amarelo (advertência)
Serve como advertência a um jogador, é usado em algumas faltas, por reclamação ou quando o jogador não deixa a bola no lugar após a marcação do árbitro.

Dois minutos
O jogador que receber esta punição deve ficar por dois minutos fora do jogo, sem direito à substituição, ou seja, seu time fica com um jogador a menos durante dois minutos, esta punição é dada a faltas violentas ou a substituições incorretas.
O jogador também recebe dois minutos caso for receber o segundo amarelo e caso o time já tenha dois amarelos, o próximo cartão será substituído por um dois minutos.

Cartão vermelho (desqualificação)
Quando um jogador recebe um cartão vermelho ele deve retirar-se da quadra, inclusive do bando de reservas e não pode mais voltar à mesma.
O time fica com um jogador a menos durante dois minutos e depois desse tempo pode completar o time com outro jogador que não seja aquele que foi expulso. Um jogador não pode receber mais de três dois minutos durante uma partida, se isso acontecer ele é desqualificado do jogo, como se tivesse recebido um cartão vermelho.



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DEUSES DA MITOLOGIA GREGA.


ZEUS:DEUS DE TODOS TODOS OS DEUSES E SENHOR DO CEÚ.














AFRODETI:DEUSA DO AMOR,SEXO E BELEZA.

















POSEIDON:DEUS DOS MARES.













HADES:DEUS DAS ALMAS DOS MORTOS,DOS CIMITÉRIOS E DO SUBTERRÂNEO.















ATENA:DEUSA DA SABEDORIA.


















ARES:DIVINDA DA GUERRA.Adicionar imagemAdicionar imagemAdicionar imagem



sexta-feira, 27 de agosto de 2010

meu projeto de vida

1°)definição do negócio.
envestir nos meus estudos, para que no futuro eu possa ter um bom emprego.
2º)negócio.
tirar boas notas,estudar muito e ser um aluno aplicado.
3º)filosofia do negócio.
me dedicar nos estudos e estar sempre tentando consegir o meu melhor.
4º)enfoque ou prioridade.
estudar,tirar boas notas e ser um aluno dedicado.
5º)postura.
aprimarar minha postura de estudante, a de profissional e principalmente ser dedicado.
6º)diretrizes e estratégias.
tirar boas notas,ser educado e estudar muito.
7º)alinhamento.
obdesser mais ainda as regras e ser muito educado.

OS 10 TERREMOTOS MAIS RECENTES

6 de abril de 2009

- Um terremoto de 6,3 graus na escala Richter atinge a cidade histórica de Áquila, no centro da Itália, e vilarejos vizinhos, matando pelo menos 207 pessoas e provocando danos em milhares de construções que datavam até do século 13.

12 de maio de 2008

Um terremoto atinge a província de Sichuan, no sudoeste da China. Apenas em um condado da província, até 87 mil pessoas morrem ou são dadas como desaparecidas. Outras 370 mil ficam feridas. O tremor chegou a 7,8 graus e começou na capital da província, Chengdu, no início da tarde.

15 de agosto de 2007

Pelo menos 519 pessoas morrem na província de Ica, na costa do Peru. O epicentro do abalo de 7,9 graus foi no fundo do Oceano Pacífico, a 145 km a sudeste de Lima.

8 de outubro de 2005

Um tremor de magnitude 7,6 atinge o norte do Paquistão e a região da Caxemira, matando mais de 73 mil pessoas e deixando milhões de desabrigados.

26 de dezembro de 2004

Um tremor de 9,2 graus na escala Richter no Oceano Índico gera uma tsunami que atinge vários países da Ásia, matando quase 300 mil pessoas.

26 de dezembro de 2003

Mais de 26 mil pessoas morrem após um terremoto no sul do Irã. A cidade histórica de Bam fica totalmente destruída.

26 de janeiro de 2001

Um terremoto de magnitude 7,9 destrói boa parte do Estado de Gujarat, no noroeste da Índia, matando quase 20 mil pessoas e deixando mais de 1 milhão de desabrigados. Entre as cidades mais destruídas estão Bhuj e Ahmedabad.

México: 19 de setembro de 1985

A capital mexicana foi atingida por um terremoto de 8,1 graus na escala Richter, que chegou a ser sentido em Houston, no Texas. Um abalo secundário de 7 graus, 36 horas depois, provocou mais devastação e elevou o número de mortos para cerca de 10 mil.

Nicarágua: 23 de dezembro de 1972

Um terremoto de magnitude 6,5 matou 10 mil pessoas em Manágua.

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